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[Resenha] A Mágica Transformadora do F* – Sarah Knight

Por 22 de fevereiro de 2018Organizando tudo!

Recentemente fui convidada pelo pessoal do #coisadelivreiro para fazer a resenha do livro “A Mágica Transformadora do F*“. Só de ver o título, já fiquei super curiosa para ler. Gosto muito de consumir conteúdos que abrem a cabeça e nos expõem a ideias “fora da caixa”. São 208 páginas de vários insights e vivências da autora Sarah Knight que provam o quanto é libertador dizer não com mais frequência, sem deixar ninguém chateado.

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Adoro de ler, ver e ouvir conteúdo sobre produtividade e planejamento. E a maioria deles vêm com diversas listas de coisas para fazer se quisermos ser mais eficientes no trabalho, dar mais atenção à família ou cuidar mais da saúde. No final do dia, temos tantas coisas em nossa lista de prioridade que fica até difícil decidir quais delas fazer primeiro.

Sabemos que dizer não para pessoas, coisas, gastos e compromissos nem sempre é fácil. A gente se sente obrigado a tantas coisas – e às vezes sair da bolha de comodismo é bem difícil. O que aconteceria se você declinasse um convite do seu chefe para um happy hour, ou um chá de bebê de um colega de trabalho, ou até um pedido de doação para uma entidade carente? Acabamos nos importando muito com o que as pessoas vão pensar sobre nós em vez de priorizar no que realmente queremos fazer.

” Você não tem controle algum sobre o que as pessoas pensam”

Por mais que você tente causar uma boa impressão fazendo coisas para agradar as pessoas ao seu redor, e sendo gentil e educado, nunca saberemos o que as pessoas pensarão sobre nós. A autora nos incentiva a focar nossas atitudes em coisas que podemos controlar. E quando realmente internalizamos isso, e colocamos em prática, fica muito mais fácil ligar o foda-se.

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Mas você deve estar pensando: – “Ah Liana, mas ninguém gosta de receber um não como resposta. Por mais que eu me esforce para não me importar com o que as pessoas pensam sobre mim, é quase certeza que elas ficarão magoadas com os ‘nãos’ que receberem, e isso me deixará magoado também.” A Sarah nos ensina que o segredo é usarmos sempre a honestidade e gentileza, afinal, há uma diferença bem grande entre ligar o foda-se e ser um completo idiota.

“você é responsável em relação aos sentimentos das pessoas e não as opiniões que elas possuem.”

A autora divide o livro em listas com diversos tópicos, desde como lidar com a papelada inútil até como lidar com os seus sogros. Alguns pontos são mais difíceis de ligar o foda-se que outros. Mas por mais que você ache os exemplos da autora bem radicais, não os descarte de primeira – e também não vá ligar o foda-se pra tudo sem pensar nas consequências. Comece pelas beiradas, pelo que for mais fácil, e conforme sentir mais confiança, avance para outras áreas mais difíceis.

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“Ligar o foda-se sempre deve resultar em um prazer, uma satisfação, uma felicidade maior.”

Em resumo, descobri que ligar o foda-se é importante em determinadas situações. Se tivermos medo de julgamentos ou de magoar os outros, viraremos escravos de nossas decisões. Saber dizer não de forma gentil e verdadeira é a chave para o sucesso!

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“Faça isso uma vez, de forma minuciosa, e você terá um método que vai libertá-lo pelo resto da vida”

Já comecei a minha lista de coisas que não preciso fazer, ou seja, “liguei o foda-se”. Não vou dizer que é fácil, mas com certeza é muito libertador!

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Autor Liana Uehara

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